Praia do Perequê - Guarujá - SP




Escrito por Deborah Perrone às 22h12
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Calor
A primeira vez que vi um termômetro de rua marcar 40 graus foi em Blumenau. Cidade estranha para 40 graus, me lembro de ter pensado na época. Achava que o sul era sinônimo de inverno. A saída para a quentíssima novidade foi entrar em um banco e testar o ar condicionado. Mara!!!que nem minha amiga Wânia diz. A segunda vez que vi / senti novamente a façanha dos 40 foi em Manaus, Amazonas. Mas lá é bico, todo dia é dia de 40 graus. Visitar o Mercado Municipal e sentir a água/suor escorrendo pelo rosto, pelo pescoço, pelos braços enquanto os manauaras estavam sequíssimos...enfim, um vexame. E, diziam eles, voce não viu o dia em que o Papa visitou Manaus. O asfalto cozinhava e as ondas de calor abraçavam forte, como em um abraço apaixonado. Fazia 46 graus, me contaram, achando graça naquela paulista branquela que escorria. Tentei, me esforçei mesmo, mas não consegui "sentir" o que seria 46 graus. E agora, vejo na UOL a notícia de Rio mais de 40 com sensação de 46 graus. Quarenta e seis graus? Então, para " imaginar" a sensação devo juntar as experiências de sunny days de Manaus, mais os de Blumenau e mais os 36 graus do Guarujá, domingo passado? Affee!!!!!!!
Escrito por Deborah Perrone às 21h55
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André Banyai
Eu não conheço o André Banyai e então procurei no Google sobre ele...afinal ele fotografou o "Mulheres Reais 2010" e fotógrafos que se prezem têm SEMPRE um outro olhar. E eu queria conhecer o objeto dos olhares de André se assim posso chamá-lo. Viajei pelo mundo do fotógrafo da forma que ele guiou e notei uma infinidade de sombras, ângulos, descobertas, pessoas porém o que me chamou mais a atenção é que ele gosta de figuras geométricas. Com a licença do fotógrafo, coloco aqui duas de suas trocentas fotos, aquelas que pareceram estar sendo vistas com o mesmo olhar que o meu. 
Escrito por Deborah Perrone às 23h05
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Calendar Girl
Início de ano sem agenda? Como escrever " Primeiro dia de 2010" justo na página "primeiro de janeiro de 2010"? Início de ano sem calendário? Como contar os dias já que não nos guiamos mais pelo sol ou pelas estrelas? Como olhar para os dias pendurados em uma parede qualquer? Não se preocupe. Apresento aqui um super calendário. Um calendário de peso da Haz Editora: Mulheres Reais 2010. Fotos de André Banyai. Parabéns pelo trabalho. 

Escrito por Deborah Perrone às 22h48
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2010. Um novo tempo
Então....chegamos à 2010. Dizem que é o começo de uma nova era. Claro, sempre é uma nova era. Precisamos da renovação assim como precisamos da chuva, do sol, do fresh air, da clean water e do fresh sushi. Todo dia é um passo em direção à nova era, seja ela qual for. Somos partículas voando ao sabor do vento. Quanto esforço para direcionar nossas próprias vidas!!! Mas vale a pena. Tiro o chapéu para a sabedoria dos que ordenam a vida em categorias que nos trazem felicidade. E nesse começo de 2010 tiro o chapéu para aqueles que estão tentando nos tirar da escravidão de tipos para colocar no ar uma forma diferente de olhar as visões que cruzam nosso caminho.
Escrito por Deborah Perrone às 21h40
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E ninguém pensou nisso?
"Evidentemente, envelhecer é chato, mas a outra opção é pior (risos)." Maria Adelaide Amaral, autora, falando à revista "Contigo" sobre o envelhecimento.
Escrito por Deborah Perrone às 16h19
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Visões do Plus



Plus é hoje uma palavra politicamente correta para identificar o gordo, gordinha (a), fat, fofo, fofinho (a)... Mulheres Plus, no Brasil, já estão sendo chamadas até mesmo de "mulheres de verdade", aquelas que não capas de revistas, categoria na qual me incluo. Pr isso o tema me é tão caro....serve como uma catárse. De acordo com a Wikipédia, a Enciclopédia livre, "Catarse (do grego Κάθαρσις "kátharsis") é uma palavra utilizada em diversos contextos, como a tragédia, a medicina ou a psicanálise, que significa "purificação", "evacuação" ou "purgação". Segundo Aristóteles, a catarse refere-se à purificação das almas por meio de uma descarga emocional provocada por um drama. Segundo o filósofo, para suscitar a catarse era preciso que o herói passasse da dita para a desdita, ou seja, da graça para a desgraça. Sob a ótica da psicologia, catarse é o experimentar da liberdade em relação a alguma situação opressora, tanto as psicológicas quanto as cotidianas, através de uma resolução que se apresente de forma eficaz o suficiente para que tal ocorra". Como sou plus e uma plus que ama artes em geral, inclusive as plásticas, vou falar de Fernando Botero, renomado pintor colombiano que além de pintor é escultor, uma de minhas outras tantas paixões. Aliás, sou tão multifacetada que fica difícil reunir meus cacos espalhados pelo mundo. Mas voltando ao Fernando Botero, ele teve uma escultura leiloada pela Cristhie´s em Nova York nesta semana, dia 19 de novembro. Valor da peça leiloada, Mujer Fumando, US$ 1,1 milhao. God Bless You NY que guarda os tesouros da humanidade e não nos deixai cair no senso comum. Claro que isso demanda dinheiro, mas já que alguém tem demais, que esse alguém proteja a liberdade através da arte e da estética. E falando em estética, será que alguém pagaria um milhão de dólares se a " Mujer Fumando" fosse magra? Thanks God....Mulheres de verdade ainda vendem alguma coisa!!!!!! Aproveite para ver ícones em plus.
Escrito por Deborah Perrone às 17h53
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Responsabilidade e Marketing Sociais

Como membro de Rotary International, uma organização sem fins lucrativos com mais de 100 anos e presente em quase todos os países do mundo tenho um vasto campo para analisar e assistir como funciona a sociologia aplicada. Um de seus objetivos é conscientizar sobre a necessidade da implantação da responsabilidade social nas empresas cuja meta é a conscientização da idéia de que responsabilidade social não é igual a filantropia. Para diferenciar as duas costumo chamar a segunda de “benemerência emergencial” isto é, a ajuda para as necessidades mais prementes do individuo ou grupos de indivíduos: abrigo, comida, saúde, limpeza, roupas, calor humano. Nesses aspectos existem inúmeras organizações que realizam a benemerência emergencial muito melhor que muitas empresas, pois aquelas concentram em si as técnicas advindas da prática do dia a dia e estas estão descobrindo agora que suas ações podem e devem ir além das vantagens econômicas. Assim o melhor, e o que já acontece, é fortalecer as relações de ambas para atender a emergência social e sanar os problemas. Há uma convergência entre as duas necessidades porem é interessante definir os campos de cada uma, pois muitas vezes o empresário imagina ter responsabilidade social quando na verdade ele está fazendo filantropia. Já a responsabilidade social é algo mais complexo, mais em longo prazo, pois pretende conscientizar a empresa sobre como mudanças de hábitos, de cultura, de procedimentos e a quebra de certos paradigmas podem ajudar na concepção de que empresas podem mudar o futuro de um país ao agir de acordo com a ética solidária ao ser humano. As ações da responsabilidade social empresarial vão além de suas obrigações administrativas na busca do bem estar social. É o relacionamento com outros grupos constituídos da sociedade para além do âmbito empresarial. A Ética é um valor de suporte para esse relacionamento de responsabilidade social principalmente em um mercado globalizado onde diferentes modos de produção e vendas tiveram que ser padronizados para que a economia pudesse girar da mesma forma para todos os participantes. Padronizar procedimentos é uma tarefa relativamente fácil, operacional. Já padronizar diferenças sociais é infinitamente mais difícil e para isso introduziu-se uma ferramenta existente há milênios, porém pouco usada, a Ética. Apregoada e exercitada pelos maiores filósofos de nossa história a Ética é chamada, de tempos em tempos, para resolver problemas de difícil solução, pois durante centenas de anos ela foi deixada de lado em favor da política, economia e outros assuntos correlatos. Ao analisar o processo histórico do ser humano entende-se, enquanto grupo econômico e político, hoje denominados stakeholders, que a busca pelo bem estar social é tão antiga quanto o próprio homem. O bem estar social sempre esteve presente nas maiores preocupações do homem durante sua escalada histórica haja vista atuações de grandes filósofos em seu favor. O bem estar social também foi o centro das ações de pessoas como reis e rainhas, presidentes e ditadores que em seu nome muitas vezes barbarizaram países inteiros. A contemporaneidade trouxe uma nova mudança de paradigma que acompanha os passos de um novo neoliberalismo: se as empresas são, em sua maioria, responsáveis pelos destinos econômicos e políticos de um país, se a globalização exige novos olhares administrativos e novos procedimentos, se o governo falha no assistencialismo, se o terceiro setor se manteve durante séculos e séculos fazendo seu trabalho a conta gotas, se hoje esse mesmo terceiro setor já está mostrando seu trabalho dentro das melhores práticas de gestão empresarial, então as empresas estão tomando para si as responsabilidades que antes não eram previstas no seu orçamento econômico e social. A cultura organizacional está mudando para acolher o relacionamento entre consumidor (cliente) e empresas. Ora, se a empresa tem compromissos de melhoria de qualidade entre ela e seu cliente, por que não ampliar essa melhoria para a sociedade, uma vez que o cliente é o mesmo participante da rede social que movimenta o mercado onde estão inserida a demanda e a procura? Surge, dessa maneira, um novo elemento dentro desse cenário de mudanças é o marketing social, um conjunto de ações que agregam valor aos produtos das empresas e que, assim como o marketing convencional, chama a atenção do consumidor para determinados objetivos, aqui no caso, objetivos sociais focados em um novo comportamental para se atingir interesses sociais que melhorem o bem estar geral em consonância com os interesses da empresa
Escrito por Deborah Perrone às 14h16
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Projetos Black and White e Full Body - Leonard Nimoy...sim, ele mesmo!! Sr. Spock

Um outro olhar pressupõe também o tema fotografia. Não, não estou falando da minha amiga Iolanda Huzak, que anda por esse Brasilzão afora fotografando pessoas em uma dura realidade. Sua exposição " Olhos de ver, Olhos de Reparar" foi maravilhosa. Aproveite e dê uma olhadinha no meu outro blog, " Chocolate com Pimenta" onde você poderá ver as fotos dessa exposição. Sou apaixonada por fotografia e pelo seriado de TV " Jornada nas Estrelas". Juntar essas duas paixões é algo inusitado, como inustadas são as fotografias de Leonard Nimoy, o conhecidíssimo Sr. Spock do referido seriado. Veja por você mesmo e aprecie um outro olhar. Inclusive aquele olhar em que ele fotografa as mulheres plus size. 

Escrito por Deborah Perrone às 22h19
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Mobilização Social e o Neoliberalismo.

Sempre que se inicia um assunto dessa natureza é necessário a conceituação dos elementos em jogo. Por “política neoliberal “ pressupõe-se que o tema seja assunto de “política” quando na verdade é um assunto de “economia” visto que ele nos chega através da globalização dos mercados econômicos, o que já acontecia em 1500 quando Portugal e Espanha partiram para o Novo Mundo em busca de novos produtos. Economia predatória, diga-se. Talvez essa caracterização seja porque a globalização começou com o aval de dois grandes políticos, Ronald Regan e Margareth Tatcher, respectivamente os líderes dos Estados Unidos e Inglaterra. É sempre bom lembrar que o liberalismo começou na Inglaterra acompanhado de perto pela França e dele resultou a Revolução Inglesa e Francesa. No liberalismo o mercado se expandiu e prosperou no que não foi acompanhado pelo Estado que, aliás, nunca foi bom para seu povo em nenhuma época e em nenhum lugar do mundo. Em uma tentativa de mudar esse cenário os anos 20 chegaram com a novidade da social-democracia que também não funcionou devido ao alto custo imposto à pessoa física para custear a coletividade sem nenhum ônus para o Estado que se corrompia como sempre. Grandes exemplos podem ser retirados da história da União Soviética onde a falta de liberdade sempre depôs contra sua política de Estado. Não tenho dados sobre corrupção na Revolução Chinesa, porém, a fome foi um de seus principais algozes. Sem políticas econômicas fortes não há como manter nenhum regime político dentro da democracia. E assim, mais uma vez, venceu o capitalismo. Se ele é bom ou não, ninguém decide, até porque ele é o único sistema, no momento. A China e os países do leste europeu sobreviveram graças ao capitalismo, um processo econômico que muitos consideram selvagem talvez por terem uma visão unilateral do problema. O sistema neoliberal propõe um afastamento do Estado nas questões econômicas – já que ele se mostrou inapto para gerenciar a economia de seus países. Tome-se como exemplo os mais diversos planos econômicos repassados pelos governantes pelos quais o Brasil passou até chegar ao plano Real que aderiu ao neoliberalismo. O presidente Lula hoje se beneficia dessa posição econômica tomada pelo então governante, Fernando Henrique Cardoso. O exemplo da China é interessante: uniu-se ao inimigo porque ele, o inimigo, é capaz de fortalecê-lo economicamente e ao mesmo tempo não interfere em sua política de Estado. Assim foi também com o Afeganistão, porém a ausência de uma política econômica e particularidades de um Estado religioso colocaram o país em falência. Isso posto, volta-se o olhar para a mobilização social que é legítima e extremamente necessária para a sociedade mundial desde que se apresente soluções pontuais, porém o foco deve ser centrado nas tarefas que o governo, por definição, deve controlar: o sistema de saúde, educação e outros tantos. Como se pode notar, a educação bem como a saúde, deixadas a cargo do Estado, isto é, a saúde e a educação pública, hoje estão em grave falência. Que se mobilizem favor da saúde e educação e contra a corrupção dos governantes que deixam de cumprir seus deveres de Estado. Não é o neoliberalismo que deixa uma grande fatia da população longe da educação e sim a inaptidão dos governos de gerenciar os recursos advindos das transações que compõem seu PIB.
Escrito por Deborah Perrone às 21h45
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Consumidores ou Consumistas

Acredito que o consumismo e consumo sejam palavras bem diferentes. As relações de troca mediante dinheiro são relações que nos permitem continuar vivendo ou sobrevivendo com aquilo que temos de melhor à oferecer, isto é, o trabalho de nossas mãos, de nosso corpo, de nossa mente. Nós somos a mercadoria nas transações de trabalho e acho isso muito justo, mesmo para aquela pessoa que usa seu corpo para carregar uma placa: é o que ele pode fazer no momento e diga-se, graças a Deus que ele pode ao menos fazer aquilo pois ninguém trabalhará por ele, não há como emprestar o trabalho de alguém para o ganha pão individualizado. Em todos os sistemas históricos em que usou-se as relações de trabalho/mercadoria/dinheiro o capitalismo é o que mais conseguiu agregar valor ao ser humano de maneira mais ampla. Em todos os regimes trabalhistas anteriores o homem comum, aquele que trabalha – (lembrando de que o ócio era admirado na Grécia antiga) – sempre foi subjugado de alguma forma por alguém mesmo que esse trabalhador garantisse apenas o sustento familiar em terras que não lhe pertenciam. Acredito também que o consumo seja ele próprio consumista ou não é também um fator social, cultural e por quê não dizer psicológico pois à toda e qualquer pessoa é dado o direito de consumir e com isso ela se sente inserida na sociedade em que vive através desse relacionamento de valor que o consumo lhe proporciona. O consumismo é uma relação de liberdade ( ou uma reação libertária mesmo) em transações entre trabalho, dinheiro e mercadoria. O consumismo não diminui a capacidade intelectual de uma pessoa nem temos que renunciar aos prazeres da vida (felicidade) para entendermos que no final a vida deve ser vivida que acordo com os critérios de cada um dentro de uma ética que nos conduz todos para uma mesma moral reguladora.
Escrito por Deborah Perrone às 13h23
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Casamentos
Outro dia, participando de uma rodinha de jovens casais amigos reunidos em festa de aniversário de um deles me dei conta das aventuras que os rapazes vivem ao planejar a festa de seu casamento, hoje em dia. Dentre eles três casais comentavam, juntamente com suas namoradas e noivas, a via sacra de visitas às igrejas, cartórios, bufês, bandas, doceiras e floristas, calígrafos, agências de carros, fotógrafos, corais, violinistas, cabeleireiros, modistas, costureiras, decoradores, enfim, um verdadeiro batalhão de agentes para transformar um casamento em um dia de sonhos. Um mundo à parte foi o que descobriram os rapazes que agora são protagonistas - e pagantes - do evento. Os meses e até anos que antecedem o dia do casamento são tempos de exercícios para testar a paciência e a convivência dos noivos, pois o roteiro no qual embarcam para escolher o tamanho de sonho que mais se adapta aos seus bolsos é tragicômico. Contando as peripécias e desventuras do roteiro casamenteiro, os três casais descobriram que passavam pelos mesmos problemas e que pelo menos umas três ou quatro vezes desmancharam o casamento por conta das diferenças de opiniões e de pequenas rusgas que surgem diante do decorador ou do “chef” e que nem mesmos os beijos e abraços usados como pedido de desculpas conseguem atenuar. Rodrigo, um dos noivos, o que já estava com o casamento marcado há bem mais tempo que os demais, deu um conselho muito sério ao Douglas que era o segundo na lista em termos de tempo marcado para o casamento: “Cara, não adianta. Quanto mais cedo aceitar que somos meros coadjuvantes nesse espetáculo, melhor para você. Somos apenas os noivos. Ouça meu conselho. Não discuta. Apenas acate a decisão de sua noiva e tudo vai ficar bem”. Isso sem contar que uma vez sua noiva Letícia desmanchou o casamento porque, numa das raras vezes em que ela pediu opinião, Rodrigo não soube responder. A pergunta? Básica! ” Amor, qual cor você prefere para os guardanapos: creme ou fúcsia?” Fúcsia? - respondeu nervosamente o noivo, o que é isso? Pronto. Isso bastou para que a noiva caísse em prantos e rompesse o casamento, pois não se imaginava casando com alguém tão bruto e ignorante. Não saber o que é fúcsia? Pelo amor de Deus! Douglas aproveitou então para contar que, após um dia exaustivo de trabalho, chegou juntamente com sua noiva Patty à enésima empresa de decoração e cansado de tanto ouvir as explicações do decorador sobre as maravilhas do salão decorado que a empresa oferecia, disse: “ Meu senhor, sou um empresário ocupado, lido com milhões de coisas em meu dia a dia e por isso tenho que ser prático e objetivo: quanto vai custar essa brincadeira?” Todos pararam! O decorador levou a mão à boca e estancou. A noiva, quase em estado de choque, virou-se lentamente para Douglas não acreditando no que tinha ouvido. Este teve tempo apenas de, num relance, perceber que tinha feito uma grande besteira. Gaguejou algo, tentando imaginar como aparar o ataque, mas não teve jeito.... Patrícia colocou lentamente as duas mãos na cintura, respirou fundo e disse: “Douglas, desde quando, para você, nosso casamento é uma brincadeira?” Desnecessário dizer que o decorador foi buscar a grossa aliança de ouro - com os dizeres Patty e Doug. Eternamente - no fundo da fonte que insistia em dizer ser a fonte dos desejos colocada bem no meio do imenso salão. Decorado de fúcsia. O terceiro casal, com bem menos tempo de aventura casamenteira, entreolhou-se, deram-se as mãos, chegaram mais perto um do outro e, confiantes, prometeram um ao outro que aqueles fatos que ouviram jamais aconteceriam com eles. Sucumbiram quando o noivo, tempos depois, escolheu colocar no topo do bolo um casal de noivos de pura pasta americana onde o homenzinho era arrastado pela noiva para dentro da igreja.
Escrito por Deborah Perrone às 00h47
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O Estilo da Senhora Obama

Uma coisa me chamou a atenção nas matérias jornalísticas sobre a posse do 44º. Presidente dos Estados Unidos da América, Barack Obama: a Senhora. Obama e os comentários de CAROLINA VASONE, Editora de UOL Estilo, no artigo sobre a roupa que a primeira dama usou na posse. Escreveu Vasone: “Tem gente que pode tudo. E é o caso da nova primeira-dama americana. [...]É o tipo de mulher que, por mais inusual que seja seu figurino, a resposta sempre será: "Nela fica bem". É simples: Michelle Obama tem estilo”. O que, na verdade, significa ter estilo? Usamos tanto essa palavra, porém se alguém perguntar por uma definição ficamos perdidos em meio a tantas vertentes do termo. É o tipo de palavra de que todos têm em mente – na verdade, parece que ela veio instalada em nossa mente como um pacote do Office instalado em nossos computadores – mas nunca a definimos nem para nós mesmos. As minhas primeiras pesquisas falam de estilo como sendo uma propriedade do mundo fashion, de top models a costureiros famosos, dando conta de que ter estilo é ser chic, outra palavra que já vem instalada. Entretanto, uma busca mais aprofundada mostra que estilo é um resumo das nossas experiências em todos os campos da vida, sejam eles bons ou ruins, é como alicerçamos, baseados em nossas experiências, nossa personalidade no modo de vestir, de andar, na gastronomia, nos nossos relacionamentos, no nosso modo de encarar a vida. Enfim, ter estilo é ser como somos. Como escreveu o poeta americano Richard Eberhart (1904-2005) : “Estilo é a perfeição de um ponto de vista”. Podemos, então, pensar que ter estilo é ter personalidade e ser perfeito naquele estilo de ser. Esperemos que realmente seja assim com o casal Obama, para o bem do mundo.
Escrito por Deborah Perrone às 02h04
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Olá Estou chegando diretamente do meu outro blog chamado "Chocolate com Pimenta" que por alguma razão totalmente desconhecida para mim, foi perdido em meio à incursões através do obscuro mundo das ferramentas disponíveis no blog. A idéia era procurar como mudar o nome do meu antigo blog sem perder as mensagens mas com a catástrofe do tipo "LOST" não teve jeito: fui obrigada a criar outro blog. E cá estou....Pronta para....UM OUTRO OLHAR!!!! Porém vou tentar recuperar as mensagens do " Chocolate com Pimenta" Até.
Escrito por Deborah Perrone às 01h17
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